"É impossivel construir em Deus algo destruitivel"

Escola de Levitas (Curso)

 

  

ESCOLA DE LEVITAS

1ª Lição

QUEM ERAM OS LEVITAS?

 

Levi foi o terceiro filho de Jacó e Lia (Gn 29:34) e sua tribo foi eleita por Deus para ocupar-se das questões de culto em Israel. Moisés e Arão eram da tribo de Levi (Ex 2:1, 4:14, 6:16-27). A tribo de Levi foi separada por Deus das outras e designada com as responsabilidades de conduzir os sacrifícios (Arão e seus filhos – Nm 3:10) e de desmanchar, transportar e erigir o tabernáculo, durante o tempo da peregrinação (Nm 1:47-54).

Os levitas foram dedicados a um ministério de auxílio aos sacerdotes (Nm 3:5ss). Cada levita substituía o primogênito de cada família das outras tribos de Israel, que Deus poupara por ocasião da primeira Páscoa, no Egito (Ex 13:2 e 13). Conforme Nm 3:40ss, face o número de primogênitos de Israel ter ultrapassado em 273 o número de levitas, de 22.000, foi estipulada por Deus uma taxa remidora de cinco ciclos por primogênito.

Cada uma das três famílias de Levi tinha deveres especiais. Os filhos de Coate (que em Nm 4:36 somavam 2.750 homens de idades entre 30 e 50 anos) estavam incumbidos de transportar os móveis, depois que os mesmos fossem cuidadosamente cobertos pelos sacerdotes. Os filhos de Gérson (2.630, segundo Nm 4:40) cuidavam das cobertas, cortinas e véus. Os filhos de Merari (3.200, segundo Nm 4:4) tinham a tarefa de transportar e erguer a armação do tabernáculo e seu átrio. Esta divisão de tarefas está detalhada em Nm 3 e 4.

O serviço dos levitas começava quando atingiam a idade de vinte e cinco anos e continuava até os cinqüenta anos (Nm 8:24-26). Quando Davi estabeleceu um local permanente para a arca da aliança, a idade do serviço foi baixada para os vinte anos, visto não haver mais necessidade de levitas maduros como carregadores (I Cr 23:24).

Os levitas não possuíam herança na terra; nenhuma porção da Terra Prometida lhes coube por sorte para seu uso exclusivo (Nm 18:23, 24; Dt 12:12ss). Eles eram sustentados pelos dízimos do povo, enquanto que os sacerdotes recebiam as porções das ofertas não consumidas pelos sacrifícios, os primogênitos do rebanho bovino e ovino, e o dízimo levítico (Nm 18:2ss, Dt 18:1-4). Os levitas tinham permissão para residir em quarenta e oito cidades separadas para seu uso (Nm 35:1ss; Js 21:1ss). Cercando cada uma destas cidades era assinalada uma área de pastagem que estava reservada para os levitas (Lv 25:32-34). O livro de Deuteronômio dá grande ênfase na responsabilidade dos israelitas para com os filhos de Levi (12:12, 18 e 19; 14:28, 29).

A frase “os sacerdotes levitas” (Dt 17:9, 18; 18:1; 24:8; 27:9; Js 3:3; 8:33) lembra que, ainda que o ofício sacerdotal fosse desempenhado pela família de Arão, este era, antes de qualquer coisa, levita. A estes, a lei atribuía numerosos deveres em adição ao cuidado do santuário: servir como juízes (Dt 17:8 e 9); regular o controle dos leprosos (Dt 24:8); guardar o livro da lei (Dt 17:18).

Nos livros de Crônicas há diversos detalhes do ministério dos levitas (vide I Cr 6). Neste capítulo há um destaque para os cantores levíticos, Hemã, Asafe e Etã, bem como seus respectivos filhos, encarregados por Davi da música do templo (I Cr 6:31ss; 15:16ss). Há referências ao trabalho levítico também nos capítulos 9, 15, 23 de I Crônicas e em II Crônicas 5-8, 17, 24, 29 e 35. Encontramos relação entre o oficio levítico e o ofício profético. Jaaziel, um levita dos filhos de Asafe, profetizou a vitória de Josafá (2 Cr 20:14). Jedutum, o levita, é chamado de vidente do rei (2 Cr 35:15).

Os profetas maiores fazem algumas referências ao papel dos levitas. O profeta Isaías falou acerca de Deus reunir os israelitas dispersos (ou talvez gentios convertidos) para servi-lo na qualidade de sacerdotes e levitas: vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e elas virão, e verão a minha glória. (…) E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor. (Is 66:18 e 21).

O profeta Jeremias descreve uma nova aliança que o Senhor fará, a partir de um “Renovo de justiça” que brotaria da descendência de Davi (Jer 33:16). No verso 18, o profeta acrescenta: “nem aos sacerdotes levíticos faltará varão diante de mim para oferecer holocaustos, e queimar ofertas de cereais e oferecer sacrifícios continuamente”.

O profeta Ezequiel descreve uma aguda separação entre os sacerdotes levíticos, a quem denomina filhos de Zadoque, e os levitas infiéis (Ez 40:46; 43:19). Os filhos de Zadoque são os sacerdotes levitas que permaneceram fiéis a Deus (Ez 44:15 e 48:11). Os levitas infiéis são denunciados como idólatras e, face sua infidelidade, não poderiam mais se aproximar do altar, nem manusear as coisas sagradas (Ez 44:10-14).

No livro de Esdras encontramos diversas referências aos levitas. Eles desempenharam uma parte proeminente no lançamento dos alicerces do novo templo (Ed 3:8ss) e quando da dedicação do mesmo (Ed 6:16ss). O mesmo Esdras prezou por coibir o casamento com estrangeiros, engano no qual sacerdotes e levitas também vinham incorrendo (Ed 9:1ss; 10:5ss).

Em Neemias encontramos os levitas envolvidos na reconstrução dos muros em Jerusalém (Ne 3:17) e, após seu término, na instrução da Lei ao povo (Ne 8:7-9), tendo uma participação preponderante na vida da nação (Ne 11:3ss, 12:27 ss). Este mesmo livro conta que durante a ausência de Neemias de Jerusalém, o ministério levítico sofreu acentuado declínio. Um certo Tobias, amonita, recebeu permissão para se instalar num dos aposentos do templo, reservado para guardar os dízimos dos levitas (Ne 13:4ss). Quando Neemias retornou, encontrou os levitas dispersos, longe do ofício para o qual eram separados (Ne 13:10ss).

O livro de Malaquias parece descrever exatamente este período de ausência de Neemias. O profeta denuncia o descaso com que os sacerdotes tratavam seu ofício e como colocavam seus interesses pessoais acima dos do Senhor dos Exércitos (Ml 2:4ss).

No Novo Testamento, Barnabé é mencionado como um levita (At 4:36).

2ª Lição

O LEVITA MINISTRANDO O PERFEITO LOUVOR

Introdução

 O Louvor uma arma poderosíssima arma contra as forças do inimigo, se ministrado de forma bíblica pode trazer realmente libertação para todos que dele estiverem dispostos de coração, é uma batalha espiritual intensa, pois desafiamos o poder das trevas e declaramos que Deus é exaltado acima de todo nome.

É preciso entender que Deus merece ser Louvado por aquilo que Ele é, e por aquilo que Ele faz, pois Deus se alimenta do Louvor do seu povo e dos anjos para todo o sempre.

No decorrer da escola de levitas vamos analisar profundamente a forma bíblica e sincera de adorarmos ao Senhor em qualquer circunstância, pois, Deus é Deus, independente do que você esteja sentindo ou da situação que esteja passando á Ele cabe todo Honra, Louvor e Glória.

Vamos analisar alguns temas de nossos dias, tais como, “Louvor Congregacional – o que cantamos atualmente em nossas igrejas”, “Há necessidade de evangelizar através do Louvor?”, “A música que agrada á Deus”, entre outros.

O que Deus tem revelado ao seu povo nestes últimos dias é realmente tremendo, Deus guardou algo para esta geração e está pronto á revelar á qualquer pessoa capaz de reconhecer o propósito Dele para salvar, curar, libertar, e operar milagres através do Louvor.

Vamos estabelecer desde já que somos livres para Louvar, pois Deus é ilimitado, Ele não nos coloca barreiras culturais ou denominacionais para ministrarmos perante Ele, antes nos deixa livres para usarmos com inteligência nossos dons e talentos, cabe á nós discernimos o que é Santo, Justo e agradável ao Senhor.

Se pudermos entender o quanto Deus está interessado em sua obra, talvez poderíamos entender a necessidade de unirmos nossas igrejas, nossos pastores e nossos membros para estarmos perante Ele já nesta terra, pois para todo sempre vamos estar dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos.

Nosso maior objetivo é compartilhar o que Deus têm revelado ao seu servo, sem preconceitos e sem julgar o que achamos justo perante nosso Pai, somos livres para tudo, menos para pecarmos perante Deus.

Que Deus te abençoe, em Cristo Jesus.

 

LOUVOR CONGREGACIONAL

  Por ser um assunto muito extenso o louvor congregacional requer que dividamos em tópicos específicos á respeito do assunto:

I – O que cantamos atualmente em nossas igrejas

É difícil dizermos o que realmente agrada á Deus em relação á certos ritmos, timbres, posturas, desempenhos, apelos, letras, regulagens, entre outras, durante o louvor na Igreja. Algumas igrejas adotam um estilo de trabalho, diferentes das demais, muitas dão mais ênfase em músicas que retratem a adoração e a Santidade de Deus, outras em músicas que retratem batalha espiritual e júbilo. Outras dão muita atenção para os instrumentos de sopro e hinários num caráter mais tradicional, outras buscam nas últimas paradas musicais o sucesso para o louvor de domingo. Porém todas igrejas evangélicas têm como objetivo agradar á Deus através dos cânticos congregacionais, músicas que nos conduzam ou reflitam a Glória de Deus.

Mas o que a bíblia nos diz á respeito do que devemos ou não devemos cantar? Qual estilo musical agrada á Deus? Muitas dessas perguntas têm colocado irmãos em verdadeiras contradições, dando lugar á discórdia e descontentamento no meio evangélico. É preciso estabelecer que o Louvor Congregacional pertence á um Culto, ou seja, o louvor é um elemento fundamental e introdutor para o operar de Deus durante a mensagem.  

Respondendo á primeira pergunta acima vamos olhar o que diz em Isaías 42:10:

 “Cantai ao SENHOR um cântico novo e o seu louvor até às extremidades da terra, vós, os que navegais pelo mar e tudo quanto há nele, vós, terras do mar e seus moradores”.

(2SM 6:14) Davi dançava com todas as suas forças diante do SENHOR; e estava cingido de uma estola sacerdotal de linho.

(LC 7:32) São semelhantes a meninos que, sentados na praça, gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não chorastes.

(1CO 14:26)Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação.”

 Na parte “A” do versículo diz, cantai ao Senhor um cântico novo, sempre que pudermos devemos oferecer ao Senhor um cântico novo, pois as misericórdias do Senhor se renovam á cada manhã, então porque ficarmos estacionados e nos contentarmos em somente louvarmos ao Senhor com hinos que nos lembram da nossa infância na Igreja, ou porque achamos difícil aquele cântico ou aquela melodia, não servirá para a igreja. 

Já no segundo versículo podemos ver que o rei Davi introdutor do cântico congregacional usou o que é reprovada por muitos líderes dançar diante do Senhor, É bom atentarmos que Davi dançou diante do Senhor com vestes sacerdotais, ou seja, dançar de forma digna e coração quebrantado.Cuidado irmão ou irmã, a sua dança nunca pode induzir ao sensualismo ou provocações. Dance de maneira pura diante do Senhor com trajes sacerdotais e com sua vida no altar de Deus.

 Quanto á escolha das músicas, seja moderado, além de agradar primeiramente á Deus a mesma deve também agradar aos irmãos, raramente conseguimos agradar á todos, mas de um modo geral podemos agradar á uma grande quantidade de irmãos sem despertar um gosto amargo na outra parte, sendo assim conseguiremos administrar com sabedoria. Procure músicas que tenham valores melódicos e harmônicos, que a congregação possa cantar sem gritar, músicas que tenham letras inspiradas por Deus, músicas que retratam a realidade do homem e o livramento do Senhor, veja: 

(JÓ 8:21) Ele te encherá a boca de riso e os teus lábios, de júbilo”.

(SL 33:3) Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo”.

 De uma forma geral a música congregacional é sinônimo de música que agrada a congregação ou os membros de uma igreja, não vejo razão para descriminarmos alguns ritmos musicais ou incluirmos outros. Deus é o criador de tudo o que há, e sem Ele nada do que foi feito se fez, todas as coisas foram criadas por intermédio Dele:

 (JR 51:19) “ Não é semelhante a estas aquele que é a Porção de Jacó; porque ele é o criador de todas as coisas, e Israel é a tribo da sua herança; SENHOR dos Exércitos é o seu nome.”

 Quando falamos de ritmos musicas falamos em gostos pessoais, o diabo foi um grande deturpador e tem escravizado pessoas através dos ritmos que ele manipulou. Não dá pra negar que verdadeiros ritmos têm sons infernais, algo criado pelo diabo para afrontar o nome do Cordeiro de Deus, criado exclusivamente para esse propósito. Estes ritmos, e músicas seculares, nunca devem estar no Santuário de Deus ou no Templo do Espírito Santo.

Pessoalmente nunca usaria músicas seculares em letras evangélicas, sei que Deus é suficiente para dar ao autor a inspiração do Trono sem que precisamos buscar em outras fontes.  

Todo ritmo ou música deve inspirar e engrandecer ao Deus verdadeiro, trazer acordes e notas que exaltem a grandeza de Deus , nunca em tempo ou momento algum devemos transferir a Glória de Deus e centralizarmos em nós mesmos, Deus não divide sua Glória com ninguém.

 (GL 5:13) Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; se de, antes, servos uns dos outros, pelo amor.

Uma grande barreira que observamos quando vamos ministrar em lugares diferentes é a de que muitos líderes de louvor acreditam estar com a fórmula ideal para ministrarem em cultos, ou seja, estão certos de que Deus se agrada deste ou daquele ritmo ou estilo, estão sempre criticando quando algum outro componente tenta colocar sua expressão, ritmo ou música no contexto, caracterizando-a como inadequada.

 Se nunca compreendermos que Deus é ilimitado, sempre vamos nos contradizer em relação ao que Ele tem de melhor para nós e do que a palavra nos fala á respeito do rei Davi. Vamos sempre criticar a maneira de louvar de cada igreja ou ministro julgando aquilo serve, ou que não serve. Podemos estar nos colocando como juízes do que é bom ou do que é mau para Deus.

 “(1CO 4:5) Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.”

 Sendo assim nunca diga que:

 “Deus se agrada somente de como você O serve”.

Deus se agrada somente do seu estilo de vida

Deus se agrada somente da música que você toca ou canta

Seu jeito de louvar é o ideal

Deus está somente abençoando sua igreja

 

Pense que:

Deus é ilimitado

Somos livres para Adorá-lo

Deus está sempre interessado em Sua obra.”

Colocando pessoas certas

 (MT 22:14) Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.

(RM 8:28) Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

(MT 24:22) Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados.

Inúmeras passagens bíblicas citam que Deus sempre escolhe as pessoas certas para sua obra, pessoas dedicadas e capazes de levar seu evangelho aonde andarem. Porém aprendemos que Deus sempre capacita seus escolhidos e muitas vezes não escolhe os capacitados, isto ocorre porque pessoas capacitadas têm dificuldade de entender o operar de Deus, não conseguem discernir porque Jesus ensinou e praticou tanto a humildade como o melhor caminho para a Glória. Pessoas capacitadas tendem a confiar nelas mesmas, muitas das vezes são crentes até naturais, difíceis de obedecer á líderes e principalmente ao Senhor, são guiados pela própria intuição.

Por isso é imprescindível que o vaso escolhido seja moldado de acordo como o Oleiro quer, um vaso capaz de reconhecer as dificuldades e limitações, mas disposto a saltar uma muralha. Se você é um escolhido de Deus, sabe do que estamos falando, pois você é uma pessoa que já teve um chamado específico e uma ou várias confirmações de Deus para Seu propósito.

Certo autor colocou a escolha e chamado, respondendo várias questões importantes e diretas;

a)      Quando o Senhor te chamou?

b)      Como o Senhor te chamou?

c)      Para que o Senhor te chamou?

d)      Quando você deverá exercer o ministério?

São perguntas que devemos responder com sinceridade, pois quando Deus escolhe alguém para o ministério, o chamado é inconfundível, não traz dúvidas.

O que estamos relatando entre “chamados e escolhidos” nada tem á ver com salvação e sim de pessoas especialmente escolhidas por Deus para realizar uma tarefa ou trabalho específico seja no Louvor, em Missões, Evangelismos, Mestres, Pastorado, entre outros. Um escolhido de Deus é uma pessoa dotada de capacidade e preparação acima dos outros membros, olhe o exemplo de Moisés, foi chamado ainda jovem para libertar seu povo das mãos do Faraó, porém passou muitos e muitos anos se preparando para a libertação. Quando Deus nos molda de acordo com sua vontade Ele trata do nosso corpo, alma e espírito, age em nosso caráter, emoções e sentimentos, muitas vezes é difícil para aceitar esta correção, mas é necessária para nossa missão. O aprendizado é imprescindível para o sucesso com Deus.

Além disso, Jesus fez menção em diversas abordagens bíblicas, umas das mais importantes está em Mateus 24: 22, onde o próprio Deus abreviou o fim dos tempos por amor aos escolhidos desde a fundação do mundo. É algo maravilhoso, Deus escolhe pessoas com as mesmas dificuldades das outras, propensas aos mesmos pecados e dá graça aos humildes.

Não podemos deixar de abordar que também é muito importante ser chamado, pois Jesus precisou de apenas doze apóstolos para que seu evangelho fosse anunciado no mundo inteiro, é verdade que Judas Iscariotes teve a mesma graduação de Discípulo, porém seu coração foi incapaz de aceitar o amor de Deus. Judas foi efetivamente chamado por Jesus porém não pode entender ou prosseguir, seus pensamentos e coração eram reprovados diante de Deus. Além disso Jesus conhecedor do coração de cada discípulo confiou em cada um deles para exercerem esta tarefa, mesmo não sendo ainda convertidos.:  alece os teus irmãos.” 

Esta foi uma palavra dita por Jesus á Pedro seu discípulo antes de ser preso, pois Jesus sabia que nenhum dos doze eram realmente convertidos, apenas estavam convencidos de que Jesus era o Messias mas não entendiam porque Ele deveria morrer, nem compreendiam o sacrifício de Jesus. É bom lembrar que os mesmos discípulos expulsaram demônios, curaram enfermos e participaram da ceia do Senhor.

 Outro caso bastante interessante. Entrego os midianitas nas tuas mãos; pelo que a outra gente toda que se retire, cada um para o seu lugar.” expressivo narrado na bíblia é o de Gideão: “ Apregoa, pois, aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for tímido e medroso, volte

Certamente quem já leu á respeito sabe o que aconteceu, de trinta de dois mil guerreiros, apenas trezentos homens foram capazes de guerrear e vencer os midianitas. Talvez você esteja pensando, isto aconteceu á muitos anos, hoje não precisamos mais guerrear, nem matar alguém, falso engano, pois a nossa luta hoje não é contra a carne ou sangue e sim contra os principados e potestades, ao longo, veremos que o louvor nos introduz á uma Batalha Espiritual intensa contra as potestades.

Podemos enumerar algumas características muito importantes para o verdadeiro Levita

1- Salvo em Jesus -muitos líderes de igrejas costumam colocar músicos ou cantores não crentes para ministrar perante a igreja, há vários motivos que levam para isso. Certamente o objetivo de todo homem, justo ou ímpio é de louvar á Deus, é uma auto dependência o homem preencher o vazio do seu interior;

(RM 14:11) “Como está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará

todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.”

Mas não podemos negar que é sempre um problema colocar pessoas á direção que ainda não passaram pelo novo nascimento. Acredito que uma pessoa dotada de qualquer talento ou capacidade deve primeiro passar pelo novo nascimento e somente após esse, colocar em algum cargo na igreja. Muitos músicos quando se convertem tocam, porém não louvam, cantores que cantam, porém não ministram. Falta a unção derramada dos altos céus sobre aquela vida, muito mais do que tocar e cantar é saber ministrar, para isso é necessário tempo de preparação e disposição perante o altar. Além disso, o verdadeiro Levita sempre está preparado, em sua vida diária acumulando reservas e orações, sempre pronto para a batalha espiritual.

 

2- Conhecedor da Bíbliamais adiante veremos que é muito importante saber o que cantamos, o teor espiritual da letra dos louvores. Pois em alguns casos podem estar fora do contexto bíblico. Para isso é necessário conhecermos profundamente a Palavra de Deus;

(2TM 2:15) “ Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

(SL 149:6)” Nos seus lábios estejam os altos louvores de Deus, nas suas mãos, espada de dois gumes,”

Estar sempre aprovado perante Deus implica em estarmos também manejando muito bem Sua palavra, saber o que estamos oferecendo á igreja e colocando nos lábios dos irmãos palavras que tenham fundamento bíblico e espiritual.

 

3-Um levita de oração - Levitas que tem dificuldade de orar em público revelam na maioria das vezes que é deficiente na sua comunhão com Deus. O líder deve sempre orar pelos outros componentes do grupo e até mesmo interceder por alguém que precise de oração. Estar sempre disposto em seu coração á falar com Deus, interceder pelo louvor, pela mensagem, pelo enfermo entre outros casos. 

(MC 13:33)”Estai de sobreaviso, vigiai [e orai]; porque não sabeis quando será o tempo”.

(1CO 14:15) “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente”.  

Orar é estabelecer um elo íntimo com Deus, pois o sucesso de qualquer trabalho implicará em dois fatores essenciais: vigiar e orar.

 

4- Caráter de Cristotalvez este seja o mais difícil de todos os requisitos acima para o ministro, pois ele envolve uma conduta de vida e testemunho fiel que Jesus nos deixou. É tratado sempre de acordo com as necessidades de cada pessoa, um caráter cristão envolve renuncias e egos crucificados. Os que ocupam cargos nas igrejas e não dão testemunho são pessoas que necessitam ser tratadas e moldadas de acordo com o Oleiro.

Além disso, todo ministro de Deus deve esvaziar-se de seu ego, ele atrapalha nossa comunhão com Deus e irmãos. Ser humilde é saber que tudo que os artistas seculares e até alguns evangélicos fazem diante das platéias é contrario á palavra de Deus. Não estamos dizendo que é errado estar ministrando diante do público e sim da postura errada e valores invertidos, cheios de auto-estima, auto-suficiência, orgulho, altivez. Como poderemos estar diante do Pai sem vestes sacerdotais?

Muitas vezes estamos diante de pessoas que tentam manipular os irmãos durante os cultos, são verdadeiros “animadores”, forçam o que não tem para oferecer, procuram sempre palavras e frases bíblicas que causam impacto, são pessoas vazias que não entendem que louvor abençoado é vinte e quatro horas no altar de Deus. Outros ainda confundem autoridade com falta de educação (toda autoridade é dada contra as forças satânicas e não contra subordinados), unção com entoação de voz (jeito aveludado de falar) ou estrelismo.

  5- Habilidades Musicais- todo levita deve saber tocar ou cantar bem, no tempo de Davi esse era um dos fatores imprescindíveis para ser levita;

 (1CR 25:7)”O número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto do SENHOR, todos eles mestres, era de duzentos e oitenta e oito.

(SL 33:3) Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo.”

         Colocar uma pessoa á frente do louvor sem a mínima capacitação resulta em igreja acomodada com membros satisfeitos e conformada com o que é oferecido á Deus. É um grave erro pensar que somos espirituais o bastante para não darmos nosso tempo á ensaios e estudos da música. Deus quer pessoas no louvor que compreendam e dediquem seu tempo ao contínuo e sistemático estudo de acordes e notas, pois riquezas musicais trazem a perfeição de Deus nos louvores. Deus é perfeito e importa que o adoremos com perfeição, dar o melhor á Deus no meu consentimento é nunca se conformar com o que sabemos, é sempre traçar novos objetivos musicais.

 (1TM 4:14) “ Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério”.

(JR 48:10) Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente! Maldito aquele que retém a sua espada do sangue!” 

Além disso, todo levita deve observar estes requisitos:

1-     Dedicação

2-      Humildade

3-      Organização

4-      A paciência

5-      A persistência

6-      Companheirismo entre equipes

7-      O respeito á cada integrante da equipe

8-  Disposição de tempo á sós com Deus

9-  O respeito ao templo do Espírito Santo

10-Temor á Deus

 

6- Submisso ás autoridades- quando ocupamos algum cargo ou serviço devemos ser submissos ás autoridades, seja eles líderes ou pastores. Devemos ter em mente que todo líder é levantado pelo Senhor, pois tudo ocorre porque Ele permite, em tudo Deus tem um propósito.

Um verdadeiro levita nunca deve estar cheio de orgulho e incapaz de discernir o que é bom para a obra. O levita entende quando sua vontade fica sempre abaixo da vontade de Deus e abaixo da vontade de seus líderes.

 (1PE 2:18) “Servos, sede submissos, com todo o temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso;”

QUE É LOUVOR E ADORAÇÃO?

É relativamente difícil expressarmos em palavras algo abstrato, que pode ser sentido, mas não tocado, ou seja, todos nossos sentimentos á Deus ou tentamos converter em palavras atos e ações que representam a Santidade.

 Porém vamos analisar cada um desses sentimentos e aplica-los de uma forma bastante clara para que possamos entender.

 1- O Louvor – no dicionário Brasileiro, “ato de louvar, elogio, glorificação, apologia”, aparentemente louvar resulta em dar um tributo á alguém por uma graça ou favor alcançado. O louvor é algo que todo ser que respira pode e deve fazê-lo;

 (SL 150:6) “Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!”

(MT 21:16) Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?

(RM 15:11) “E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem.”

A bíblia declara que todo ser que respira deve louvar ao Criador quer seja aves, animais, ou seres humanos, todos devem tributar e declarar que os juízos do Senhor são retos. Porém poucos podem entrar num caráter mais profundo, numa íntima comunhão com Deus, para estes o salmista diz;

 (SL 33:1) “ Exultai, ó justos, no SENHOR! Aos retos fica bem louvá-lo.”

 Louvar á Deus reflete um espírito de gratidão pelo que Deus é, fez, e fará. É exaltar Sua Majestade, Sabedoria, Misericórdia e livramento. Em muitos casos bíblicos podemos ver que o louvor foi uma arma imbatível contra os inimigos, Deus simplesmente os destruiu com o sopro de sua boca.

 O Pastor Gerald Foster coloca alguns exemplos básicos quando louvamos:

     a)      Instrumentos sem unção= Música

b)      Cantar sem unção= Barulho

c)      Cantar e tocar sem unção= Exposição de homens

d)      Vozes ungidas= Louvor

e)      Instrumentos e vozes ungidas= Exaltação a Cristo

f)       O Talento nunca deve substituir a Inspiração 

É uma grande verdade amados, instrumentistas e cantores fora da comunhão estão apenas mostrando suas capacidades e valores técnicos. Estão retendo a glória que deveria ser do Criador e concentrando-as neles mesmos. Músicos e cantores sem a unção de Deus são pessoas que necessitam ser moldadas e preparadas para o ministério, tentam pelos seus próprios esforços alcançar o reconhecimento de Deus para seus trabalhos. Existe um antigo ditado entre os crentes que diz: “Muitos cantam, porém, poucos Louvam”.

Louvor é algo que você precisa expressar através de atos como abrir a boca e cantar, tocar, dançar ou aplaudir, ofertar, ajoelhar. É demonstrar em gestos que Deus é Deus acima de todas as coisas”.

(SL 26:7) “para entoar, com voz alta, os louvores e proclamar as tuas maravilhas todas.

(SL 22:25) De ti vem o meu louvor na grande congregação; cumprirei os meus votos na presença dos que o temem.”

O louvor é pessoal, é você com Deus e nada mais, nunca deve depender de estímulos ou situações específicas para o fazê-lo.

 2-A Adoração – no dicionário brasileiro, “amor profundo, veneração, amar ao extremo”.

Como sempre digo, “adorar é um sentimento de íntima comunhão com Deus”,

 (RM 2:29) “Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus.

(DT 5:9) não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem,

(JO 4:23) Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”. 

Adoração é algo que o diabo vem tentando tirar de Deus. Foi o mesmo que fez á Jesus ao tentá-lo no deserto. A maior revolução que temos para nossa geração foi à morte de Jesus lá no calvário. Desde então podemos adentrar no Santo dos Santos, lugar especialmente reservado para os sacerdotes oferecerem holocaustos pelo pecado do povo. Diz as escrituras que o véu do templo se rasgou de alto á baixo, nos levando ao Trono de Deus, já não era necessário nenhum sacerdote para introduzirmos nossos corações ao Pai, tivemos livre acesso.

Jesus sabiamente traduz o que estamos estudando, sem deixar dúvidas. A mulher samaritana interroga a Jesus á respeito de um local ou espaço físico para adorar, porém Ele lhe responde: nem neste monte, nem em Jerusalém. Reflitamos, Jesus queria mostrar que adorar não é estar em uma igreja, templo, local, e sim estar com o coração dirigido ao Pai onde quer que estejamos.

 Outro ponto bastante importante é o de estarmos preparados para adorá-lo em Espírito e em Verdade, adoração é um ato interior, deve fluir dentro do homem. O melhor de tudo é que Deus procura tais adoradores para estarem diante da sua obra ou igreja. Saiba que se você não é um adorador, nunca conseguirá levar a igreja à adoração. É muito séria a condição que Jesus coloca, é uma responsabilidade muito grande. 

A vida diária de cada ministro deve ser motivada de íntima comunhão com Deus, um buscar e um crescer contínuo desta plenitude. Viver uma vida diária de adoração não é cantar ou tocar ou dançar vinte e quatro horas por dia, é estar sempre com o pensamento ligado nas coisas lá do alto, uma busca particular em agradar á Deus acima de todas as coisas.

 Como dissemos anteriormente é impossível descrevermos em palavras algo que sentimos em relação á nosso Deus. O verdadeiro adorador produz frutos, pois reconhece em seu caráter a vontade de Deus.

(SL 148:5) “Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados.

(AP 5:12) proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.

(SL 96:9) Adorai o SENHOR na beleza da sua santidade; tremei diante dele, todas as terras”.

  É realmente maravilhoso o que a palavra nos diz á respeito da adoração. Alguns Pastores trazem ao nosso conhecimento algo de profundo e revelador referente á existência do homem em relação á Deus, o louvor e adoração sempre existiu e sempre existirá. O homem, toda criação, os Anjos, os Seres Viventes, os Anciãos, a música, os instrumentos, foram criados para louvor e adoração á Deus, tudo destinado á um único propósito. Poucas coisas serão eternas do ponto de vista celestial, veja o que Paulo nos fala:

 (1CO 13:8) O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará;

(1CO 16:14) Todos os vossos atos sejam feitos com amor.

           O apóstolo Paulo nos adverte quanto ás coisas espirituais, apenas uma dentre todas as outras serão eternas e jamais acabarão, o amor. Tudo passará, mas o amor jamais. No versículo quatorze ele nos diz que todos nossos atos devem ser feitos com amor, nosso louvor e adoração.

 Já o profeta Ezequiel nos dá uma visão do que Lúcifer era antes de cair;

 (EZ 28:13)“Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias: o sárdio, o topázio, o diamante, o berilo, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado, foram eles preparados.

(EZ 28:14) Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas.

(EZ 28:17) Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem.”

  Deus criou tudo inclusive á Lúcifer, anjo caído de destituído da Glória, lhe deu poder e autoridade, era chefe do Louvor. A palavra diz que no princípio da criação ele adorava a Deus no Monte Santo, Lúcifer era um adorador de Deus.

Quando o diabo e seus anjos rebeldes foram destituídos da glória Deus nomeou alguém para que esteja perante Ele em adoração:

 (SL 15:1) “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?

(SL 15:2) O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;

(SL 15:3) O que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho;

(SL 15:4) O que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR; o que jura com dano próprio e não se retrata;

(SL 15:5) O que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado.”

  Amado, você foi chamado para estar habitar do Monte Santo de Deus, o diabo foi destituído, porém Deus te confiou esta missão. Portanto adore a Deus pelo que Ele é, fez, e fará, em todo tempo.

Porém nem todos crentes estão preparador para adorarem e ministrarem no Monte Santo, veja as descrições e qualidades requeridas por Deus:

         a)      Íntegro

b)      Pratica a justiça

c)      De coração fala a verdade

d)      Não difama

e)      Não faz mal ao próximo, nem injúria.

f)        Não perde tempo com pessoas irresponsáveis.

g)      Não muda de palavra, ainda com dano.

h)      Não empresta dinheiro com juros altos

i)        Não aceita suborno

j)        Quem deste modo procede não será jamais abalado.

         Adorar implica em estarmos com nossas vidas no altar, se praticamos algo destes itens acima, não estamos aptos para entrar na presença do Pai para o adorar, estaremos simplesmente louvando, não adorando.

         Se já sabemos das perspectivas do homem em relação ao caráter na adoração, o princípio da criação e dias atuais, vejamos o que teremos para o futuro:

 (AP 15:3) “ e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!

(AP 15:4) Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.

(IS 6:3) E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.

(SF 3:9) Então, darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do SENHOR e o sirvam de comum acordo.

(SF 3:10) Dalém dos rios da Etiópia, os meus adoradores, que constituem a filha da minha dispersão, me trarão sacrifícios.

(SF 3:11) Naquele dia, não te envergonharás de nenhuma das tuas obras, com que te rebelaste contra mim; então, tirarei do meio de ti os que exultam na sua soberba, e tu nunca mais te ensoberbecerás no meu santo monte.

(SF 3:12) Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do SENHOR.

(SF 3:13) Os restantes de Israel não cometerão iniqüidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante.

(SF 3:14) Canta, ó filha de Sião; rejubila, ó Israel; regozija-te e, de todo o coração, exulta, ó filha de Jerusalém.

(SF 3:15) O SENHOR afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo. O Rei de Israel, o SENHOR, está no meio de ti; tu já não verás mal algum.

(SF 3:19) Eis que, naquele tempo, procederei contra todos os que te afligem; salvarei os que coxeiam, e recolherei os que foram expulsos, e farei deles um louvor e um nome em toda a terra em que sofrerem ignomínia.

(SF 3:20) Naquele tempo, eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o SENHOR.”.

  Um fato que tocou bastante no meu coração é o que Deus nos manda para nossos dias, estarmos com nossas atitudes voltadas para a santidade e sempre prontos a habitar no seu Santo Monte conforme Salmos 15. Porém se nesta terra não formos capazes por causa da nossa natureza pecaminosa, Deus tirará de nós toda maldade que cometemos, observamos Sofonias 3:11. É maravilhoso saber o quanto Deus nos quer puros e santos diante Dele.

  Concluindo, o que escrevemos no início deste tópico sobre “adoração” é algo que Deus sempre quis, que o todo homem voltasse seus olhos para o Criador. Por estes motivos muitos líderes e pastores colocam como objetivo principal da igreja aqui na terra é louvar á Deus num caráter de adoração.

No entanto, adorar pode resultar em efeitos visíveis na vida de qualquer adorador. Em primeiro lugar traz uma: 

Íntima Segurança, pois o adorador sabe que Deus é fiel para cumprir o que prometeu.

(SL 74:21) Não fique envergonhado o oprimido; louvem o teu nome o aflito e o necessitado.

 Busca á Santificação, pois somente através dela podemos adentrar em Sua presença.

(SL 93:5) Fidelíssimos são os teus testemunhos; à tua casa convém a santidade, SENHOR, para todo o sempre.

(SL 50:5) Congregai os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.

 Comunhão com os Irmãos é impossível amar á Deus odiando nosso irmão.

(MC 12:33) E que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios.

 Evangelizar, obedece ao “ide”que Jesus mencionou na palavra de Deus.

(RM 15:11) E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem

(2SM 22:50) Celebrar-te-ei, pois, entre as nações, ó SENHOR, e cantarei louvores ao teu nome.

3ª Lição

A VIDA DEVOCIONAL DE UM LEVITA

 

 Pela manhã ouves a minha voz, ó Senhor; pela manhã te apresento a minha oração e vigio. (Salmo 5:3)

 

 

I. O Levita e a Oração

A Bíblia não apresenta uma definição de oração. O conceito em si pode ser extraído das muitas experiências dos personagens bíblicos e das exortações de Deus. Eis uma lista de exemplos de orações na Bíblia:

a) Abraão

Pediu a Deus um herdeiro.

Gn 15:2 e 3

b) Ana

Pediu a Deus um filho.

I Sm 1:9-13

c) Ezequias

Intercedeu por Jerusalém.

II Rs 19:14-19

d) Moisés

Pediu para ver a glória de Deus.

Ex 33:18

e) Salomão

Pediu sabedoria a Deus.

I Rs 3:5-9

f) Paulo

Pediu que Deus removesse sua limitação.

II Co 12:7-10

g) Davi

Louvou a Deus pela sua bondade.

Sl 100

h) Maria

Louvou a Deus por ter sido escolhida para dar à luz o Messias.

Lc 1:46-55

i) Paulo e Silas

Louvaram a Deus mesmo no sofrimento.

At 16:25

j) Simeão e Ana

Louvaram a Deus por conhecerem Jesus.

Lc 2:25-38

l) Moisés

Abriu seu coração num momento de crise.

Nm 11:10-15

 

Há muitos outros exemplos de oração nas Escrituras, afinal, uma das principais características de um Homem ou Mulher de Deus é a prática da oração. À luz destes e de outros textos bíblicos, aliste abaixo algumas observações suas do que é a oração para a vida do cristão:

 

Quanto tempo diário um Levita deve investir em sua vida devocional?

 

 

 

Vamos terminar este tópico sobre a oração sugerindo que você medite nas promessas que o Senhor nos faz nos seguintes textos: Jeremias 33:3, Isaías 55:6, Jeremias 29:13 e Salmo 50:15.

 

 

II. O Levita e o Jejum

 

Um cristão deve jejuar? Claro que sim! O próprio Senhor Jesus jejuava – em Mateus 4:2 lemos que Ele passou em jejum um período de quarenta dias. O mesmo Senhor incluiu o jejum em suas recomendações no Sermão da Montanha (Mateus 6:16-18) e garantiu que o jejum praticado com a correta motivação trará resultados: “e teu Pai, que vêm em secreto, te recompensará” (Mateus 6:18).

Sobre o jejum, em Lucas 5:35, Jesus afirmou que após a sua partida os seus discípulos teriam a necessidade de jejuar. O mesmo texto mostra que os discípulos de João Batista faziam freqüentes jejuns. Também o jejum foi citado por Jesus na explicação que deu aos discípulos que não conseguiram lidar com o menino que era atormentado por um espírito demoníaco: “esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum(Marcos 9:29).

O livro de Atos dos Apóstolos relata a prática do jejum pela liderança da Igreja em Antioquia: “E servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13:2 e 3).

No mesmo livro de Atos, no relato acerca da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, lemos que antes de escolherem os presbíteros para as Igrejas, os apóstolos promoviam jejuns e orações (Atos 14:23). Além destes apóstolos, a Bíblia nos apresenta uma galeria de homens e mulheres de Deus que praticaram jejuns e orações: Moisés (Êxodo 34:28; Deuteronômio 9:9, 18), Davi (2 Samuel 12:16), Esdras (Esdras 8:21-23), Neemias (Neemias 1:4), Ester (Ester 4:16), Daniel (Daniel 9:3), Ana (Lucas 2:37), dentre outros.

Por tudo isto não resta dúvidas que o jejum, junto com a oração, é prática necessária para os crentes poderem crescer espiritualmente e para que a Igreja alcance excelência no exercício de seus ministérios.

 

III. O Levita e a Palavra de Deus

Leia e transcreva nas linhas abaixo o Salmo 119:18 (esta deve ser a sua oração constante):
______________________________________________________________

Como servos do Senhor temos a necessidade de conhecer o nosso Deus e a sua vontade para as nossas vidas. Por isso é tão fundamental a leitura, estudo, meditação e aplicação da Palavra de Deus.

Depois de uma leitura atenciosa e de uma interpretação correta, o Levita deverá aplicar a Palavra de Deus à sua própria vida (sem este passo ele não poderá se dedicar à ensinar a Palavra e ministrar o louvor ).

Leia I Samuel 15:22 e 23 e explique por que é tão importante conhecer e aplicar a vontade de Deus:
 _________________________________________________________

 

Quando nós conhecemos a Palavra e colocamos em prática seus ensinamentos, estamos trazendo sobre nossas vidas as bênçãos da obediência. Faça uma pesquisa na Palavra acerca das BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA e prepare-se para compartilhar com os irmãos da classe.

4ª Lição

O LEVITA, UM ADORADOR DE VERDADE

 

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade;
porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
(João 4:23)

 

É Jesus quem nos torna verdadeiros adoradores. O termo usado em Jo 4:23 é proskineo e significa “prostrar-se”. Outra palavra usada no grego é latréia, que significa “servir”. Assim, podemos definir que um adorador de verdade é alguém que vive uma vida consagrada, de serviço a Deus.

O Salmo 95:6 contém os diversos termos que descrevem as atitudes de um adorador: Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.

Estas atitudes devem ser tomadas somente para com Deus (Ex 20:4 e 5). O Apocalipse nos apresenta algumas maravilhosas visões, tanto dos remidos (Ap 7:9-17), como dos seres celestiais (Ap 4:8-11).

A perversão da adoração é alvo de Satanás. Em Mt 4:9 encontramos o nosso inimigo propondo obter aquilo que pertence apenas a Deus – vide as preensões diabólicas descritas em Ap 13:4-8.

 

a) Adoração vã e adoração verdadeira:

i. Leia Mt 15:8 e 9 e descreva o que tornava a adoração dos judeus vã aos olhos do

Senhor: _____________________________________________________________

 

ii. Leia Gn 4:1 a 7 e aponte:

*Os motivos da recusa da oferta de Caim: __________________________________

*Os motivos da aceitação da oferta de Abel: _________________________________

 

 

b)A adoração como uma arma de guerra:

Em II Co 10:4 e 5, o apóstolo Paulo comenta sobre as armas que dispomos na luta contra o reino das trevas: Pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo”.

E quais são as nossas armas de guerra?

*O Nome de Jesus (Jo 14:13, 15:16, 16:23, Fp 2:9-11)
*O Sangue de Jesus (Mt 26:28, At 20:28, Ef 1:7, Cl 1:20, Hb 2:14, 9:12-14, 10:19 e 29, I Pe 1:19, Ap 1:5, 5:9, 7:14 e 12:11); 
*A Palavra de Deus (Ef 6:17, II Tm 2:15 e 3:16 e 17); 
*Os Anjos (arma de apoio: Sl 103:20 e 21, Dn 3:28 e Hb 1:14, Ap 5:11).
*A Adoração.

Aprendemos em II Crônicas 20 que podemos fazer da Adoração uma arma de guerra. Basta seguirmos os passos que o rei Jeosafá percorreu, junto ao seu povo.

1o. passo: Reconhecer quem são os nossos inimigos (vs. 1 e 2);

2o. passo: Consagrar-se ao Senhor (vs. 3 e 4);

3o. passo: Declarar a Palavra (vs. 6 a 12);

4o. passo: Cingir-se de humildade (v. 12);

5o. passo: Colocar os olhos no Senhor (v. 12 – o diabo quer que tiremos os olhos de Deus e que os fixemos nas circunstâncias).

 

Ao final destes cinco passos, o Espírito de Deus se manifestou em meio ao povo de Judá de uma maneira maravilhosa e o próprio Senhor concedeu as estratégias para que Seu povo enfrentasse aquela guerra. Leia II Cr 20:14-17 e descreva a “estratégia” que Deus deu ao Seu povo: ________________________________________________

 

A reação diante do povo de Jeosafá diante da manifestação do Espírito de Deus nos é inspirativa. Descreva-a (vs. 18 e 19): ____________________________________

 

Os judeus colocaram em prática a estratégia dada pelo Senhor, e O adoraram (vs. 20 a 22). Descreva os resultados (vs. 22 a 30): ________________________________ 

   

c) Adorando como os filhos de Zadoque:

O nome Zadoque significa “justiça”. A referência aos levitas da família de Zadoque, aprovados pelo Senhor como sacerdotes, está em Ezequiel 44. No verso 15, o Senhor os reputa como fiéis, mesmo quando os filhos de Israel se corromperam, os levitas da família de Zadoque se mantiveram na presença do Senhor.

I Cr 6:1ss e 50ss nos informa que Zadoque era filho de Aitube, descendente de Eleazar, terceiro filho de Arão. Zadoque foi sacerdote no reinado de Davi, juntamente com Abiatar (II Sm 8:17) e era incumbido da arca da aliança (II Sm 15:24ss). Tomou parte na unção de Salomão como sucessor de Davi, enquanto Abiatar preferiu dar seu apoio a Adonias (I Rs 1:7ss). Zadoque e seus descendentes se desincumbiram dos deveres sacerdotais no templo de Salomão até que o mesmo foi destruído, em 587 AC.

Reflita em Ez 44:15-31 e procure encontrar as características dos falsos adoradores (ou falsos levitas) e dos verdadeiros adoradores:

 

- Os Falsos Adoradores: _____________________________________________________________________
- Os Verdadeiros Adoradores: ____________________________________________________________________

5ª Lição

O LEVITA E A MORDOMIA CRISTÃ

TEXTO BASE:MALAQUIAS 1.6-14

6 – O filho honrará o pai, e o servo, ao seu senhor; e, se eu sou Pai, onde está a minha honra? E, se eu sou Senhor, onde está o meu temor? —diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome e dizeis: Em que desprezamos nós o teu nome?

7 – Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto, que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível.

8 – Porque, quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não faz mal! E, quando ofereceis o coxo ou o enfermo, não faz mal! Ora, apresenta-o ao teu príncipe; terá ele agrado em ti? Ou aceitará ele a tua pessoa? —diz o SENHOR dos Exércitos.

9 – Agora, pois, suplicai o favor de Deus, e ele terá piedade de nós; isto veio da vossa mão; aceitará ele a vossa pessoa? —diz o SENHOR dos Exércitos.

10 – Quem há também entre vós que feche as portas e não acenda debalde o fogo do meu altar? Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oblação.

11 – Mas, desde o nascente do sol até ao poente, será grande entre as nações o meu nome; e, em todo lugar, se oferecerá ao meu nome incenso e uma oblação pura; porque o meu nome será grande entre as nações, diz o SENHOR dos Exércitos.

12 – Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do SENHOR é impura, e o seu produto, a sua comida, é desprezível.

13 – E dizeis: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o SENHOR dos Exércitos: vós ofereceis o roubado, e o coxo, e o enfermo; assim fazeis a oferta; ser-me-á aceito isto de vossa mão? — diz o SENHOR.

14 – Pois maldito seja o enganador, que, tendo animal no seu rebanho, promete e oferece ao SENHOR uma coisa vil; porque eu sou grande Rei, diz o SENHOR dos Exércitos, o meu nome será tremendo entre as nações.

INTRODUÇÃO

O texto a ser estudado, trata-se de uma profecia de Malaquias por volta de 430 a.C., cerca de cem anos após os primeiros exilados terem voltado de Babilônia. Naquela época, o povo havia perdido o zelo e dedicação que inicialmente tinham pelo Senhor, e em total desobediência à lei, desagradavam-NO, oferecendo-LHE animais aleijados ou doentes. De igual forma, muitos atualmente negligenciam sua obrigação de restituir ao Senhor parte do que Ele nos tem concedido, sem atentar-se ao fato de que é uma verdadeira bênção para nós cristãos, podermos honrar ao Senhor com o dízimo, colocando à Sua disposição, a primazia todos os nossos bens materiais e de toda a nossa vida. Como devemos honrar ao Senhor?:

I – DEVEMOS HONRÁ-LO COM A NOSSA VIDA E BENS

E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo“. (Gn 28.22)

Quando chegamos à compreensão de que todas as coisas materiais que nos cercam, não fazem parte da natureza eterna para a qual fomos chamados, mas são destinadas apenas para um determinado tempo, até irmos fazer parte de um mundo incorruptível, podemos honrar ao Senhor com os nossos dízimos da mesma maneira que Abraão o fez, em gratidão a Deus pela sua misericórdia e graça (Gn 14.20). Vejamos então, à luz da Palavra de Deus, como devemos honrar ao Senhor com os nossos dízimos:

1. Mantendo a fidelidade

Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração(Pv 3.3). A fidelidade para com o Senhor é um dos principais atributos da nossa vida cristã. E em relação ao dízimo, a nossa fidelidade vem acompanhada de ricas bênçãos por parte do Senhor: “Honra ao Senhor com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares(Pv 3.9,10). A promessa de Deus é muito clara para os dizimistas, devemos honrá-lo com as “primícias de toda a nossa renda”, isso significa que o Senhor deve ter prioridade em nossas vidas, pois para Deus, o dízimo é muito mais que a verba para a manutenção da Sua casa, mas é uma ação de fidelidade do servo para com o Seu Senhor.

2. Mantendo a voluntariedade

Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao Senhor?(1 Cr 29.5) Servimos a um Deus onisciente que sonda o coração do homem; a Bíblia nos diz que Ele sabe discernir até entre nossos pensamentos e nossas intenções (Hb 4.12). Ao nosso Deus importa que O restituamos com o nosso dízimo, com alegria e regozijo, agradecendo e louvando por tão grande amor e

misericórdia “E o povo se alegrou do que deram voluntariamente; porque, com coração perfeito, voluntariamente deram ao Senhor” (1 Cr 29.9)

3. Mantendo o compromisso

Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e dizeis: Em que te havemos profanado?” (Ml 1.7)

Mais do que as palavras, todas as nossas ações refletem o que pensamos e o que somos. De nada adianta dizermos que o Senhor é dono de tudo o que temos, se oferecemos a Ele somente o sobejo de nossas vidas. Restituir ao Senhor a primazia do que Ele nos concede é um ato de fé e de compromisso com Aquele a quem tudo pertence: “Porque não oferecerei ao Senhor meu Deus, holocaustos que me não custem nada.” (2 Sm 24.24)

II – DEVEMOS HONRÁ-LO COM O NOSSO TEMPO

Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo(1 Pe 2.5)

Muitos acreditam que o dízimo deve ser dado somente em relação aos nossos bens materiais, no entanto, quando não tiramos parte do nosso tempo para o Senhor, também estamos usurpando de algo que Ele nos concedeu. Afinal, todos nós fomos criados por Ele e a Ele devemos o fôlego da vida (Gn 2.7). Portanto Àquele que nos concedeu tudo o que somos e temos, devemos restituir também o tempo: “porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos…(At 17.28).

1. A quantidade de tempo

Se considerarmos para o tempo a mesma porcentagem atribuída ao dízimo de bens materiais, deveríamos honrar ao Senhor das 24 horas que Ele nos concede, com exatamente 2 horas e 40 minutos por dia para nos dedicar exclusivamente ao Senhor, através da oração, lendo e meditando em Sua Palavra, etc…. Infelizmente, muitos cristãos gastam todo o seu tempo envolvidos com sua vida secular e esquecem do quanto somos ricamente abençoados em todas as áreas da nossa vida, quando dedicamos ao Senhor o tempo que lhe é devido. Então que possamos orar assim como Davi, entregando o nosso tempo ao Senhor: “Mas eu confiei em ti, Senhor; e disse: Tu és o meu Deus. Os meus tempos estão nas tuas mãos.” (Sl 31.14,15).

2. A qualidade do tempo

É imprescindível que o tempo oferecido ao Senhor seja um momento de total adoração e devoção à Ele, (Sl 69.13) pois o tempo destinado ao Senhor não deve estar preso a um mero ritual, mas deve ser para honrá-LO com sinceridade e alegria em Sua presença (Sl 100.2,3). O Novo Testamento fala acerca dos escribas e fariseus que pareciam honrar ao Senhor com o seu tempo e seus lábios, mas não o honravam com o seu coração(Mc. 7.5-7). Para todos os que assim o fazem, o Senhor diz em I Sm 2.30: Porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão envilecidos“.

III – DEVEMOS HONRÁ-LO COM O NOSSO CORPO

Porque fostes comprados por bom preço, glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.(1 Co 6.20)

Davi diz no salmo 103 que a nossa alma e tudo o que há em nós deve bendizer o santo nome do Senhor. Assim, porque fomos feitos por Ele e escolhidos para sermos o Seu povo, devemos também honrá-lO com o nosso corpo. Vejamos então, como podemos faze-lo:

1. Com abnegação das coisas mundanas

“… apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei…(2 Co 6.17). Oferecer-se em sacrifício a Deus é sobretudo manter-se íntegro e afastado das coisas mundanas que podem denegrir ou corromper o corpo que o Senhor nos concedeu. No Antigo Testamento só eram aceitos sacrifícios de animais que não tinham qualquer defeito ou mancha, (Lv 22.19,20) da mesma forma para honrarmos ao Senhor com o nosso corpo, devemos mantê-lo puro e sem mácula para que o nosso sacrifício chegue ao Senhor como aroma agradável.

2. Com um bom testemunho

“… segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento.(1Pe 1.15) Segundo a Palavra de Deus, todo servo tem o

compromisso de dar um bom testemunho do seu senhor; e como servos de Cristo, o nosso corpo deve refletir a imagem Daquele a quem pertence. Antigamente, quando um escravo optava por permanecer com o seu dono, furava a sua orelha para que proclamasse a todos que o fazia por escolha própria, o nosso testemunho é também uma marca que testifica a nossa opção por Cristo; e honra ao Senhor quando procedemos de modo justo e santo. Desde agora, ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus (Gl 6.17)

3. Com trabalho dedicado ao Senhor

Eu de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas…(2 Co. 12.15) Se o nosso corpo e o nosso tempo são do Senhor, nada mais justo e certo que oferecê-los para a Sua obra. Desta forma, o trabalho para o Senhor não deve ser realizado para receber algo em troca, mas deve ser colocado como uma prioridade em nossas vidas, pois estamos restituindo somente parte daquilo que nos foi concedido. Entretanto, o Senhor em sua infinita misericórdia ainda nos recompensa por oferecermos a Ele, o que já LHE pertence: “O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para vida eterna; e, destarte se alegram, tanto o semeador como o ceifeiro.(Jo 4.36).

CONCLUSÃO

 Quer seja com os nossos bens, quer seja com o nosso tempo ou nosso corpo, tudo o que fizermos deve ter o Senhor como prioridade em nossa vida; devemos honrá-lo com gozo e alegria, com o dízimo de todas essas bênçãos que Ele nos tem concedido, pois Àquele a quem todas as coisas pertence, sejam dadas toda a honra e toda a glória.

1. Você tem colocado o Senhor como prioridade em sua vida?

2. Você tem honrado ao Senhor com o dízimo do seus bens, do tempo e do seu corpo?

  1. O que você tem colocado como prioridade em sua vida?

     

6ª Lição

O levita e os dízimos e ofertas

Texto Base: MALAQUIAS 3.7-11

7 – Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?

8 – Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.

9 – Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.

10 – Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.

11 – E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.

INTRODUÇÃO

A Bíblia tem orientação para todas as áreas da vida, inclusive a financeira, como melhor aplicarmos e administrarmos nossos bens. A principal lição sobre o assunto é quanto à fidelidade que devemos exercer na entrega dos dízimos e ofertas. Nesta lição estudaremos verdades bíblicas sobre os dízimos e ofertas, ordenança dada por Deus para que a cumpramos com total responsabilidade.

I – O DÍZIMO E AS OFERTAS PERTENCEM SENHOR (VV 7-8)

Deus é o dono de tudo, e é importante termos a consciência e o conhecimento de que tudo o que julgamos possuir, pertence a Ele. O princípio mais importante quanto aos dízimos e ofertas é o de que estamos devolvendo a Deus uma parte do que é seu, não como obrigação, mas em atitude de gratidão e com alegria.

1. Deus requer restituição (tornar)

Deus requer que nos voltemos para Ele de todo o coração e alma. A restituição do dízimo é apenas uma pequena parte do que já recebemos D’Ele, em vida, em graça, em abundância de bens. (Jo. 3.27) Somente por Ele é que temos alcançado tantas bênçãos; Deus ao nos criar estabeleceu regras e limites e uma dessas regras é a restituição de parte do que temos recebido e isto inclui o que possuímos.

2. Deus chama de infiel o que não restitui

Infiel porque se apossa do que não é seu. Trazer o dízimo é ordenança de Deus a seu povo em Lv 27.30 e aquele que não o faz está sendo infiel. E ainda perguntamos em que te roubamos? Se conhecemos o ensinamento de que devemos tornar a Deus uma parte do que nos confiou, porque não faze-lo? Ao infiel jamais será concedida a responsabilidade pela guarda das coisas de Deus. O Senhor espera que prestemos conta do que nos confiou.

3. Deus permite que o cristão sofra as conseqüências danosas

O Senhor permite que sofra o dano àquele que se apossar do que não é seu. O dízimo pertence a Deus que o quer receber de boa vontade, com gratidão nos corações. Através do profeta Ageu Deus exorta-nos para priorizarmos mais a sua obra. Espera que lhe sejamos fiéis, pois o não cumprimento dessa lição nos trará grandes privações. A fome, a sede e o frio não serão saciados, pois estamos sempre olhando para nós mesmos e nunca nos dedicamos à obra de Deus, e a causa dos mais necessitados. Se assim procedermos, nossas despensas, bolsos, contas bancárias serão sempre como sacos furados. (Ag. 1.6)

II – O DÍZIMO E AS OFERTAS SÃO UMA BÊNÇÃO PARA A OBRA DO SENHOR (VV 10)

A Casa de Deus e os obreiros que nela trabalham necessitam de mantimentos e isto só é possível quando nos dispomos a ofertar. A exemplo do que aconteceu na época de Moisés, Joás e Ezequias que as ofertas destinadas ao santuário eram trazidas com prazer e em grande quantidade, até que Moisés mandou que parassem de ofertar, devemos hoje praticar este ensino e exemplo daqueles que ofertavam com prazer. (Êx. 36.6,7)

1. Deve ser entregue com integridade (todos)

A integridade é imprescindível, não temos que dar grandes ofertas, além da nossa condição, mas se Deus é fiel em nos entregar todas as coisas porque não lhe devolver o que nos pede. Certa vez os apóstolos viveram um episódio que nos serve de lição. Barnabé vendeu suas propriedades e depositou aos pés do Senhor; Ananias e Safira também venderam suas propriedades, mas não foram fiéis, tendo declarado que estavam entregando tudo o que haviam recebido pelo negócio que fizeram, sendo que esta não era a verdade. A consequência foi à morte imediata

dos dois. Deus exige em primeiro lugar a verdade.

2. Deve ser entregue à tesouraria (casa do tesouro)

O destino dos dízimos e ofertas é a casa do tesouro, ou a tesouraria. Pois é ali que será empregado na obra do Senhor. Atendendo o compromisso com missões, evangelismo, ajuda aos necessitados. Desviar dízimos e ofertas com a desculpa de que vai ajudar A ou B, é desacreditar no amor e misericórdia de Deus. Se não devesse ser entregue na tesouraria o Senhor já teria orientado nesse sentido. Mas lemos: “trazei todos os dízimos à casa do tesouro“.

3. haverá fartura na casa do Senhor

A benção da fartura na casa de Deus está intimamente vinculada à nossa fidelidade nos dízimos e ofertas. De Deus é o ouro e a prata, e Ele não tem necessidade de nada, pois tudo é Seu (Sl 50). Ele porém, nos confiou a manutenção de sua casa, de forma que nunca venha faltar, mas que a igreja tenha sempre em abundância. Se retivermos nossas ofertas, haverá necessidade na igreja e a benção sobre nós certamente será reduzida.

III – O DÍZIMO E AS OFERTAS SÃO UMA BÊNÇÃO PARA O DIZIMISTA (VV 10-11)

A promessa de bênçãos está vinculada a fidelidade na entrega dos dízimos e ofertas na tesouraria. Deus nos desafia a que o provemos, sendo-lhe fiéis e experimentemos bênçãos tão grandes que todos a nossa volta se admirarão.

1. Bênçãos lhes serão derramadas do céu

Em várias ocasiões somos instados a sermos fiéis ao Senhor (Dt. 28), para que possamos desfrutar de bênçãos. No versículo 10 do texto básico a condicional para a desfrutarmos é a diligência na entrega dos dízimos. Pelo que lemos na história de Israel, Deus não tem compromisso de abençoar a quem não lhe é fiel. Assim como foi com Israel será conosco, nos dará a proteção, nos iluminará, nos suprirá as necessidades básicas.

2. Dela lhes virá a maior abastança (vida sem privações)

Nossa oferta servirá para abastecer nossas dispensas materiais, aumentar nossa fé e tempo e dinamizará nosso

serviço. A abundância aqui prometida é para que multipliquemos nossas boas obras. Através da contribuição nos dedicamos mais a Deus, que nos abençoa nos assuntos financeiros.

3. O devorador será repreendido

A presença do devorador no meio do povo de Deus pode ser uma forma de acordar-nos para nossa infidelidade (Am 4.9,10). Lembremos como Deus usou várias nações pagãs para levar Israel ao arrependimento e reavivamento (Jz 6.3). Aqui o povo se desviou e o devorador (midianitas, Amalequitas e outros) foi usado para fazer o povo voltar a Deus, mesmo que como último recurso.

A promessa de Deus aqui no versículo 11 é de que se formos fiéis a Ele o inimigo será abatido. Da mesma forma como abateu os Amalequitas e Midianitas e tantos outros, ainda está ao nosso lado para destruir o devorador. Quem é o devorador na nossa realidade? Podem ser os juros bancários, a má administração na economia doméstica, o exagero nas compras.

CONCLUSÃO

Entregar os dízimos e ofertas deve ser para nós uma prova do nosso amor e devoção a Deus e testemunho de nossa satisfação em servi-lo. O cristão que não dizima o seu tempo e seus bens e finanças ao Senhor não pode ser um levita.

1. O que o dízimo significa para você?

2. Tu já provaste a fidelidade de Deus através dos dízimos?

3. Você tem sido fiel a Deus na mordomia cristã?

7ª Lição

O LEVITA E A SUA POSTURA ESPIRITUAL

Há alguns requisitos de comportamento que todo levita no culto deve ter diante de seus colegas, diante da igreja e na direção do Espírito Santo.

Há requisitos para a igreja e para os levita e pastores que se resumem essencialmente numa palavra: Vida. Se não há vida na igreja, o louvor não flui nos cultos. Entretanto, se quisermos cultos com um fluir de Deus, o dirigente do culto deve ser o primeiro a esquadrinhar sua vida espiritual à luz dos seguintes pontos:

Quanto a sua Vida Pessoal:

Em primeiro lugar ele deve ter uma experiência bíblica clara, indiscutível e marcante do novo nascimento. Isto é, ele tem que ser convertido, comprometido com Jesus Cristo. A Pessoa de Jesus é mais importante para ele, acima de qualquer outra pessoa ou atividade. Jesus falou sobre isto para Nicodemos (Jo 3.1-8). Pedro fala desta mudança de vida, de um outro redirecionamento espiritual, de uma mudança de curso (At 3.19). Fala de um abandono total ao estilo de vida mundano que nossos pais nos legaram (1Pe 1.17-23), estilo de vida marcante, que Paulo resume em poucas palavras: “Se alguém está em Cristo, é nova criatura” (2 Co 5.17).

Em segundo lugar, ele deve ter uma revelação e uma experiência pessoal do poder remissor do sangue de Jesus Cristo. O sangue de Jesus Cristo é que nos comprou para Deus (At 20.28; 1 Pe 1.19,20; Ap 5.9). O sangue nos justificou de nossos pecados, (Rm 5.8,9; Ap 1.5), purificando-nos de nossa má consciência, (Hb 9.11-14). O sangue de Cristo nos garante acesso à presença de Deus (10.19-22), fazendo-nos viver em perfeito relacionamento com nossos irmãos, (1 Jo 1.7). A honra que o Filho recebe, a exaltação cantada pelos anjos e pelos redimidos tem uma marca: o sangue. Ele recebe a honra por que é o Cordeiro de Deus que foi morto e com o seu sangue comprou para Deus… O sangue de Cristo tem que ser experimentado na vida de todo adorar (Ap 7.14).

Em terceiro lugar, todo dirigente ou músico tem que ter uma experiência bíblica, pessoal e visível do Espírito Santo em sua vida( batismo com Espírito Santo). Recomendo que todo dirigente de culto estude o livro de Atos sublinhando todas as vezes em que o Espírito Santo aparece em ação. É ele que nos capacita e nos enche de poder (At 1.8). Examine esses textos cuidadosamente: At 2.4,11, 15 ; 4.8, 31; 5.32; 6.3,5, 10; 8.15-18; 8.39; 9.17, 31; 10.19,44; 11.12, 15, 24; 13.2). Ele está sempre atento ao culto da Igreja e quer participar na exaltação a Deus e ao Seu Filho Jesus Cristo.

Em quarto lugar, uma vida de santificação refletida no seu viver diário. A vida de santificação produz resultados visíveis por toda a igreja e pela sociedade. Pedro fala em “santificação do Espírito” (1 Pe 1.2), em vida santa e irrepreensível (Ef 1.4;) enquanto Paulo fala em “andar no Espírito” (Gl 5.16-26). Uma vida santificada produz resultados ainda maiores pois o louvor flui no culto a Deus resultante de uma vida santificada. Numa igreja santa o louvor é perene, vívido, belo, poético, etc. Numa igreja em pecado o louvor não pode fluir!

Em quinto lugar, faz-se necessário que todo dirigente tenha um entendimento bíblico da vida cristã. O Que quero dizer com isto? É simples:

 

(a) Ele deve ter em mente que a igreja é uma família e que o viver comunitário tem as suas implicações. Exemplo disto são as mutualidades da vida cristã, como: amar uns aos outros; perdoar, ajudar, suportar, carregar os fardos, etc. São mais de 30 as mutualidades para a vida cristã.

 

(b) Ele deve também ter um conhecimento e uma experiência da batalha espiritual e suas dimensões. Temos que entender que no reino de Deus não há reservistas: todos são automaticamente alistados à batalha. Há uma luta no nível pessoal (o indivíduo luta consigo mesmo numa guerra pela verdade, Espírito contra a carne). Há uma luta travada no âmbito familiar (o indivíduo é perseguido no âmbito familiar por sua decisão em seguir a Cristo). Há também uma luta no meio social (quando ele é perseguido na sociedade por causa de seu testemunho cristão) e a batalha adquire contornos políticos quando nossa vida não mais se encaixa nos moldes das leis que governam a sociedade. Paulo foi para Roma como prisioneiro e João foi exilado em Patmos. O texto de Efésios dá uma dimensão perfeita dos quatro níveis onde esta guerra se trava (Ef 6. 10-20).

c) Deve também entender que a submissão uns aos outros e às autoridades na vida da igreja são requisitos importantes para a vida de adoração. Os músicos e dirigentes de louvor, especialmente, são uma raça caracteristicamente rebelde e têm que aprender o caminho da obediência pela submissão (1 Pe 5.5,6; Hb 13.7,17; 2 Pe 2.10-12). Nos dias de Davi todos estavam submissos aos seus mestres que por sua vez se submetiam ao rei (1 Cr 25.6). Na área do louvor e adoração, temos que entender que nossa função é a de ministrar sob autoridade. O caminho da submissão é o caminho do perfeito louvor (Ef 5.18-21; Cl 3.16).

Em sexto lugar todo músico ou dirigente de culto deve ter uma vida cristã disciplinada Uma vida disciplinada na oração, no louvor e na adoração. Disciplinado no duro trabalho de treinar sua habilidade musical: ele tem que ser o melhor para Deus! (se é músico, tem disciplina no aprendizado e na execução de seu instrumento). A Bíblia fala sobre isto: (Sl 33.3; 1 Cr 25.8; 15, 20-22;)

Em sétimo lugar, um bom dirigente de culto lê e estuda tudo o que a Escritura tem a dizer sobre adoração, louvor, música, etc. Os cânticos do Apocalipse devem fazer parte de seu Espírito, alma e corpo. Ele deve transpirar louvor e adoração dia e noite! E é claro, pesquisa o que outros autores têm a dizer sobre o tema. Muitos irmãos têm escrito sobre o assunto ultimamente.

Quanto à sua Vida Comunitária:

Quanto à sua vida comunitária há também alguns requisitos que devem ser preenchidos.

Em primeiro lugar, deve ser reconhecido pela igreja como uma pessoa em cuja vida está a unção de Deus. Como isto ocorre? Pelo testemunho da vida comunitária: a igreja vê o seu zelo, dedicação e fidelidade a Deus. Como Samuel em quem o povo de Israel viu a graça de Deus (1 Sm 3.18-21) ou como Josué que o povo viu como homem de Deus (Js 1.1,2). Ele deve ser um homem de raízes na vida da igreja, conhecido no tempo e na atividade da igreja (At 1.21; 6.3; 15.22, etc).

Em segundo lugar (unção de Servo) – O dirigente de louvor deve ter uma vida de serviço: como discípulo ele vive para servir ao próximo e a Deus. Seu testemunho de vida é maior do que sua habilidade na direção do louvor ou na execução do seu instrumento.

Em terceiro Lugar(Fugir da aparência do mal) – “Abstende-vos de toda aparência do mal”.1 Tessalonicenses 5:22,O levita jamais deve permitir que o diabo encontre brecha na sua vida, jamais deve fazer ou receber visita quando o sexo aposto estiver sozinho, ou estar em lugares sozinho como sexo oposto das quais levantam a aparência do mal, sua postura no púlpito também pode levantar a aparência do mal, tais como: o levita subir o púlpito para ofertar ao Senhor o seu louvor, e estar magoado com alguém, seja do grupo de levitas ou do corpo de membros da igreja. E chegando no púlpito expressa uma má aparência facial, dando mal testemunho demonstrando isto para toda congregação, quanto a isto a palavra de Deus nos ensina: Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta”. Mateus 5:23 e 24

Quanto à Sua Função no Culto a Deus:

Há vários fatores que influenciam e determinam quanto ao fluir no culto a Deus. Poderíamos resumir em alguns pontos:

Primeiro. É necessário um entendimento do que é o culto a Deus. Temos que varrer de nossa mente todo o conceito adquirido de nossa tradição histórico\religiosa e aprender tudo de novo à luz de um mover claro e dinâmico do Espírito Santo. As formas de cultos que nossos pais nos legaram nem sempre servem para o tempo de hoje.

Em segundo lugar é necessário entender o que é uma liturgia. Liturgia não é um ritual, é antes de tudo, o serviço do povo, criado pelo povo conforme o estilo de vida das pessoas em todas as épocas. Felizmente a Escritura não nos legou nem um modelo de culto. Não há onde copiar um culto. Ele é dinâmico. Aquela maneira de cultuar dos primeiros cristãos não serviria para os nossos dias. Por isto o Espírito Santo não deixou um “modelito” universal. O estilo e a maneira de viver das pessoas em cada cultura e em cada época produzirá uma liturgia própria. O Espírito Santo não impõe e não copia. Ele pode entrar na contramão da história e da cultura e produzir o que Ele quer. Um culto no interior do Brasil é bem diferente de um culto numa grande cidade como São Paulo.

Quanto a Pessoa do Espírito Santo:

Todo dirigente deve ter um entendimento, uma experiência e uma vida sensível ao Espírito Santo. Por que?

Em primeiro lugar, ele deve saber e experimentar que o Espírito Santo é uma Pessoa e não um fluído. A teologia criou uma idéia do Espírito Santo apresentando-o como se fosse um fluído, um vento, uma idéia, apenas. Mas Ele é uma Pessoa, terceira da Trindade, enviado do Pai (Jo 14.16,17, 26; 15.26; 16.7-14).

Em segundo, deve aprender a andar no Espírito. A luta constante entre “carne e Espírito” resulta num conhecimento prático da vida cristã (Rm 8.4-17; Gl 5.16-25).

Em terceiro, deve aprender a ser sensível à voz do Espírito de Deus. Geralmente a sensibilidade é algo que se adquire com o tempo, com a experiência de se viver guiado pelo Espírito. Este aprendizado vem através das provações e dos testes de Deus. As tribulações tornam o nosso espírito mais sensível à voz do Espírito de Deus (Dt 8.2-5; Hb 12.6; Pv 3.12). Também uma vida disciplinada nos habilita a cultivar a comunhão com Deus e a discernir a voz do Espírito (Is 50.4,5)

Em quarto lugar, essa sensibilidade no Espírito nos permite conhecer e ver de “olhos abertos”, o que se passa durante as reuniões da igreja (At 5.1-5). Aprendemos a desenvolver a capacidade de “discernir” os espíritos numa reunião da igreja.

Por último, o dirigente do culto pode enfrentar alguns problemas com a congregação que freqüenta.

Costumo fazer as seguintes indagações: a igreja é renovada? Se é, até que ponto é renovada? Os líderes ou pastores são avivados e totalmente comprometidos com o Reino de Deus? Até que ponto esta renovação mexeu com suas estruturas pessoais e ministeriais e até que ponto colidiu com a estrutura da igreja? Todo avivamento colide com as estruturas exigindo algumas mudanças! A hinologia da igreja foi renovada? A igreja tem vida comunitária durante a semana ou não? Isto tudo determinará se o louvor fluirá ou não nas reuniões da igreja. Um dirigente avivado jamais se dará bem com uma igreja fria. Não pode esperar um fluir de Deus no louvor quando a igreja é fria e demasiadamente estrutura em suas reuniões.

Princípios para a adoração de acordo com os levitas

Textos: 1 Crônicas 15.16-21; 16.37-43; 25.1-7; 2 Crônicas 5.12-14 Israel desconhecia, como nação, o verdadeiro louvor e Davi fez três coisas essenciais:

a) Escolheu líderes habilitados para o exercício ministerial;

b) Forneceu a razão ou base inspiracional para todo o louvor e adoração, e (

c) Instruiu o povo na arte de louvar e adorar!

A) A escolha dos líderes

1. Líderes da ordem levítica. Ele escolheu três líderes que representavam três famílias de Levitas descendentes de Arão:

Asafe, da família dos Gersonitas (Gerson, 1 Cr 6.43; levavam as cortinas, as cordas, etc, conforme Números 4.22-28).

Hemã, da família dos coatitas (1 Cr 6.33, cujo cargo era levar o material do santuário, cf Números 4.2-20); Hemã era neto de Samuel, 1 Cr 15.17.

Jedutum, era merarita (1 Cr 6.47, cuja família tinha o encargo de levar o material pesado, tábuas, etc, do tabernáculo, cf. Números 4.29-33). 1) Observe os termos que ele usa: “constituir”, “designar” e “separar” (1 Cr 15.16,17, 41,42; 25.1). O tabernáculo ficou dividido: o Santo dos Santos ao lado da casa de Davi, numa tenda, ( 1 Cr 16.37) e o resto do tabernáculo em Gibeon ( 1 Cr 16.38-40).

  1. Davi foi específico na questão da autoridade: Davi era o chefe e os demais chefes sobre seus filhos ( 1 Cr 25.6-8). A autoridade é o principal problema com os músicos da igreja, porque todos nós somos por natureza rebeldes, e quando músicos, mais ainda. O líder dos músicos no reino das trevas é Satanás!

     

    1. Ele tinha um chefe de louvores. Quenanias, devido a sua capacidade “porque era entendido nisso” (1 Cr 15.27). Na igreja, também, temos que saber quem é quem em cada área de trabalho.

  1. Davi pensou numa pluralidade de homens, de talentos e de instrumentos. Era uma equipe com vários talentos ou dons. Hemã, Asafe e Jedutum, “se faziam ouvir com címbalos de bronze” (1 Cr 15.19; 25.1-8). (Os címbalos eram dois meio globos como os nossos pratos de bateria hoje).

  • No vs. 20 temos a equipe que louvava com “alaúdes em voz de soprano(1 Cr 16.5). Alaúde é uma espécie de violão ou cítara.

  • No vs. 21 temos aqueles que participavam “com harpas em tom de oitava, para conduzir o canto”.

  • No vs. 22 temos Quenanias como especialista na área da música e do cântico.

  • No vs. 24 há um grupo de sacerdotes que “tocavam as trombetas perante a arca de Deus” (1 Cr 16.6 e 2 Cr 5.13).

B) O Motivo do Louvor.

Ele estabelece a misericórdia )e tudo o que segue: fidelidade, benignidade) como a motivação principal. Isto é visto em textos como 1 Crônicas 16.34,41; 2 Cr 5.13; 7.3; 20.21. Parece-nos que este foi um dos pontos restaurados na volta do exílio nos dias de Neemias (Ne 12.24).

C) Alegria.

A alegria e o louvor cantados bem alto, era o que Davi ensinava ao povo através de Quenanias! (1 Cr 15.16; 2 Cr 23.18; 29.25-30; 30.21; Ed 3.11; Ne 12.27,43).

  1. Entendemos que os levitas formavam corais responsivos conforme Neemias 12.24,31,37-38.

  2. A celebração diante do Senhor é visto em vários salmos.

  • No Salmo 95 ele fala em celebrar, vitoriar, prostrar-se, ajoelhar-se, etc.

  • No Salmo 96: cantar, proclamar, anunciar, tributar, adorar, alegrar-se, folgar, regozijar-se.

  • No Salmo 99, Deus é Santo e merece ser celebrado com alegria.

  • No Salmo 42,4, Deus é celebrado com “gritos de alegria e louvor”.

  • No Salmo 98.6, ele sugere a celebração ao “som de buzinas”, juntamente com os outros instrumentos.

     

D) Conceitos Errados a Respeito do Louvor na Igreja.

  1. Que o louvor é um ministério de alguns líderes, de conjuntos, grupos corais, etc. Muitos pastores não entendem isto e deixam o louvor a cargo de grupos e eles próprios não participam de nada. São bombeiros e múmias.

  2. Que o louvor e adoração estão ligados a grupos especiais de instrumentos musicais, de técnicas corais, etc. Pode-se também louvar e adorar sem qualquer música.

  3. Que o louvor e adoração são blocos dentro do culto e das reuniões da igreja. Sempre vem aquela frase: “agora, vamos à parte mais importante de nosso culto…. a pregação”. Esquecemo-nos que o louvor é também um tipo de proclamação.

  4. Que o louvor é somente uma preparação do ambiente para a pregação da Palavra de Deus. Estes são basicamente os quatro conceitos errados sobre o louvor na igreja.

     

E) Conceitos Errados nos Membros das Igrejas.

  1. Adoração ligada ao conceito de lugar. A mulher samaritana pensava assim (Jo 4.19,20). Não é necessário um templo adornado de vitrais coloridos nem um órgão clássico para despertar em nós a adoração a Deus.

  2. Que o templo é um prédio, único lugar de adoração. A verdadeira casa de Deus somos nós (2 Co 6.17\6; 1 Co 6.19; 3.16,17).

  3. Que o louvor são apenas cânticos e música. Louvor é vida! Se o povo não tem motivo de louvor, se não usufrui diariamente das bênçãos de Deus, se não tem vida, não tem louvor! Podemos cantar 50 minutos sem louvar e adorar.

     

F) Cada Adorador Deve Ter:

  1. Uma visão da soberania de Deus. Temos que ver a Deus governando sobre a terra, sentado em seu trono de autoridade (Ap 4.2,3; 7.9-17; 20.11,12; 21.3; Is 66.1; 1 Rs 22.19; Hb 1.8, etc.) A questão da soberania de Deus transcende a nossa vontade e aos nossos planos. Nabucodonosor, Esaú, Jacó, Faraó e Moisés viram isto com clareza (Dn 4.1-4, 34-37; Rm 9).

  2. Uma visão da imutabilidade de Deus e do seu caráter. Ele jamais muda. Ele é sempre o que é (Jó 42.2; Ex 3.13,14; Ap 4.8; Hb 1,11,12; Ml 3.6, etc)

  3. Ter uma visão da misericórdia de Deus (1 Cr 21.13; Ex 33.17-23; 34.5-8; Dt 32.2-4).

  4. Revelação e experiência do poder remissor do sangue de Cristo. É por seu sangue e apenas pelo mérito de Cristo que podemos estar diante de Deus (Hb 10.19-22; 9.13,14, 19-22; 10; 1 Jo 1.7,9; Ap 1.5, etc).

  5. Precisamos adquirir percepção do mundo espiritual como Eliseu e Aías (2 Cr 5.26, Eliseu e Geazi; 6.12-23, Eliseu e o rei da Assíria; 1 Rs 14.4,5 o profeta Aías e Jeroboão). João via a tudo o que acontecia nos céus (Ap 4 e 5); Paulo via a natureza sofrendo e gemendo (Rm 8.21-23).

     

Maneiras Práticas de Louvar e Adorar

Há sete palavras no hebraico para louvor que podem ser usas de maneiras diferentes em nossas reuniões.

1. Halal. Jactar-se, entusiasmar-se. Alegria explosiva na hora do louvor (a palavra aleluia vem de halal). Há no Talmude a alusão de “lançar fora o iníquo” (Sl 117.1).

2. Yadah. Agradecer, reconhecer a alguém publicamente, estender a mão, adorar com as mãos levantadas (2 Cr 20.19-21).

3. Baraque. Abençoar, inclinar-se, ajoelhar-se em adoração (Sl 103.1,2).

4. Zamar. Dedilhar cordas, fazer musicas para Deus. É um verbo musical para louvor.

5. Shabach. Falar bem, adequadamente em alto estilo. Significa discursar num alto tom, gritar, dar ordens de triunfo (Sl 117.1).

6. Tefilah. Interceder por alguém, súplicas, hino (Is 56.7).

7. Towdah. Ações de graça. Tem o sentido de erguer as mãos em agradecimento; sacrifícios de louvor (Sl 50.23).

Há muitas outras maneiras de louvar. Eis algumas delas:

Caminhando e Marchando “Todo lugar que pisar a planta de vosso pé vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés” (Js 1.3).

A marcha que Josué e o seu exército fizeram ao redor de Jericó é um tipo de intercessão. É exemplo de persistência na intercessão. Quantos de nós paramos de orar, quando faltava apenas mais uma volta para derrubar os muros?

Marchar assim ainda é eficaz em nossos dias como antigamente. Marchando em Sta. Maria. Um outro versículo que fala de marchar é o Salmo 48.12: “Percorrei a Sião, rodeai-a toda”.

Pisando “Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca (pisa) aos pés os nossos adversários” (Sl 108.13).

Eis ai vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões, e sobre todo poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano” (Lc 10.19).

Pisar é como marchar só que de maneira mais agressiva. Se quando marchamos marcamos nosso território, ao pisarmos detemos a ação do inimigo. Naquela reunião de oração que acabei de mencionar, eles não apenas marchavam, pisavam! O Salmo 44.5, diz: “Com o teu auxílio vencemos os nossos inimigos: em teu nome calcamos (pisamos) aos pés os que se levantam contra nós”.

Cantando “Um cântico haverá entre vós, como na noite em que se celebra festa santa; e alegria de coração, como a daquele que sai ao som da flauta para ir ao monte do Senhor, à Rocha de Israel. O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa, e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras chuvas torrenciais, tempestades e pedras de saraiva” (Is 30.29,30).

Batendo Palmas “Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo” (Sl 47.1). A palavra “bater” nesta passagem é tecae: tinir, bater, golpear. (4) Ezequiel 6.11, diz: “Assim diz o Senhor Deus: Bate as palmas, bate com o pé”.

Bater palmas na Bíblia não somente está associado ao louvor mas à guerra. Esta é também uma maneira de quebrarmos as cadeias.

 

Gritando “Gritai contra ela, (Babilônia) rodeando-a; ela já se rendeu…” (Jr 50.15). “Os homens de Judá gritaram; quando gritavam feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel diante de Abias e de Judá” (2 Cr 13.15).

E sucedeu que, na sétima vez, quando os sacerdotes tocavam as trombetas, disse Josué ao povo: Gritai; porque o Senhor vos entregou a cidade” (Js 6.16).

O que teria acontecido se o povo não gritasse? Certamente os muros ficariam intactos e o povo não teria vitória.

A tradução de “regozijar-se-á em ti com júbilo” é que o próprio Deus fica dando voltinhas de alegria ao seu redor sob forte emoção!

Nossa idéia de alegria é diferente do que esta passagem quer dizer. Estamos acostumados àquela alegria silenciosa, não nos expomos nem fazemos barulho. A alegria que sentimos durante a intercessão pode variar de uma explosão de gritos de prazer a momentos de reverência silenciosa!

Jesus alegrou-se no Espírito com a vitória que os discípulos tiveram sobre os demônios: “Naquela hora exultou-se Jesus no Espírito Santo” (Lc 10.21). Tal regozijo é pular de alegria com exultação! A alegria afasta o espírito pesado liberando-nos de toda opressão.

COMCLUSÃO: O Fazer a escola de levita não o qualifica a estar participando do grupo de levita ou ser um levita, mais sim o aplicar todos os ensinamentos da palavra de Deus, ensinados nesta escola, seus professores estarão avaliando de todos os ângulos o seu crescimento, compromisso e desempenho no ministério a qual Deus o colocou. Portanto, há duas possibilidades a se considerar, o aluno pode ser aprovado ou reprovado. Desejamos que você meu querido irmão em Cristo seja aprovado. Esforce-se, lute, guerreie, batalhe e você conseguirá.

No Amor de Cristo

Pr. Evandro Cunha Cruz

 

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Uma resposta

  1. regina claudia

    pura benção

    22 de agosto de 2013 às 2:41

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